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Aspectos Financeiros
Fonte: Curriex

Vivemos em uma sociedade de consumo, onde o dinheiro - se não traz felicidade - minimiza as dificuldades de nossa sobrevivência.
Nem todo mundo consegue ganhar o suficiente para sobreviver e ainda assim fazer economias para o enfrentamento de eventuais problemas futuros - e um dos principais deles, a falta de trabalho ou renda.


Para esses, não há muito o que aconselhar, além de recomendar que fujam do comprometimento da renda futura, evitando dívidas com a aquisição de bens, de consumo ou não. Para esses, a melhor estratégia para adquirir bens é o esforço de poupar. Consome-se quando houver o recurso disponível.


Desta forma, em uma situação de falta de trabalho ou renda não há a pressão por pagamento de dívidas e ou outros compromissos assumidos adicionados às suas necessidades habituais.


Para os outros, a recomendação é que reservem uma parte de seu ganho, em forma de patrimônio ou investimentos, especificamente para ser utilizada em momentos de falta de trabalho ou renda - sem nenhum constrangimento ou dor na consciência.


O montante que deve ser reservado vai depender da capacidade financeira de cada um, do tempo que se tem pela frente para poupar, da estratégia que cada um quer adotar para isto e dos sacrifícios que queira fazer por conta do futuro.


Você pode, por exemplo, com pequeno sacrifício, disciplinar-se e poupar recursos apenas para cobrir necessidades futuras mais imediatas e ou higiênicas, para sua sobrevivência de curto e médio prazos. Pode, também, fazer um esforço maior, sacrificando muito mais suas necessidades, desejos e vontades atuais, adiando as recompensas pelo sacrifício para o futuro. A medida certa para você só você saberá determinar. O importante é que você considere as alternativas e saiba da importância, vantagem e utilidade de se adotar este tipo de comportamento e estratégia econômica.


Pessoas desajustadas na administração de seus ganhos, quando enfrentam a falta de trabalho ou renda, associada à falta de reserva financeira, entram em "parafuso", demonstrando exagerada ansiedade nas entrevistas, tendendo a aceitar qualquer negociação, inclusive se submetendo ao aviltamento de sua remuneração, levando o entrevistador a ficar inseguro e daí podendo até preteri-lo.


Some-se a isto o fato de que, por estar totalmente descapitalizado, as alternativas de trabalho, nas quais você esteja capacitado, em termos de habilidades, experiência e qualificação, poderão se tornar mais difíceis de serem viabilizadas - agravando sua situação frente ao mercado de trabalho e dificultando suas chances de uma sobrevivência saudável, sem maiores conflitos e sofrimentos.

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